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sexta-feira, 21 de abril de 2017

2016 EM POUCAS LINHAS



Acordei num sonho, a caminho do país que menos curiosidade tinha em conhecer, mas que sempre soube que iria conhecer. Era onde queria trabalhar, todo o ator de novela, tem e quer fazer novela lá. Aquele calor húmido, tão forte como nunca sentira antes. Pessoas simpáticas, baratas por todo o lado durante a noite, samba no pé, chopp na mão e parece que ninguém trabalha no Rio de Janeiro.


Conheci pessoas maravilhosas, tive professores fantásticos, fui feliz, muito feliz. 
Depois veio as quedas na neve, mais pessoas fantásticas,  perdi-me em risos e dias de sol com um cenário mágico que só a neve pode oferecer.
Vou à neve, um grupo giro, conheci pessoas que acredito que vão ficar na minha vida e tive uma semana muito divertida.
Volto, descubro que tenho condromalácia patular.

Visitei um lugar lindo na Madeira, Porto Moniz. Comi muito muito bem, bebi bem, fiz canyoning que nem sabia o que era até chegar à ilha. 

Fui a Madrid comer tapas.
Fui a NY matar saudades e ser ainda mais feliz, por lá fiquei algum tempo e teria ficado mais ainda.
Fui finalmente para onde me sinto em casa, mesmo quando digo nunca mais voltar, porque durmo mal de noite a achar que vou ser atacada por bichos nojentos que com azar, matam-te.

A minha Indonésia, tão longe de ser o que quem não foi lá, pensa que é. 
Voltei. Perdi um gato que resgatei em Canggu, entreguei em Ubud, na Villa kitty, mas morreu.
Cheguei, perdi o meu gato com 18 anos. Perdi o meu cãopanheiro, uma semana mais tarde. Com ele, foi um grande pedaço de mim. Quem me conhece sabe o quanto eu amava o kim.

E esperaram os dois por mim. Tive quase para adiar a viagem. Mas não o fiz,  ainda bem.


Fui à Grécia.  Ganhei uma gata preta. A minha nova paixão.
Fui a NY de novo, fui para Londres acabar o ano, conheci pessoas fantásticas e tive um mês maravilhoso.

Isto foi 2016




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i always wonder why birds choose to stay in the same place, when they can fly anywhere on the earth..then i ask myself the same question'
' She had no place she could go without getting tired of it and because there was nowhere to go but everywhere, keep rolling under the stars'